Grávida abre mão de tratamento de câncer para não perder filhos gêmeos


 

"Não pude acreditar que estava enfrentando um câncer enquanto grávida, era o meu maior pesadelo" confessa britânica que hoje, depois de dar à luz, luta por sua vida

Quando estava grávida de apenas 23 semanas, Holley Tierney, britânica de 25 anos, foi diagnosticada com linfoma não hodgkin, um tipo de câncer agressivo.

A recomendação dos médicos era de que ela interrompesse a gravidez para começar o tratamento quimioterápico. Mas Holley recusou a ideia, e estava decidida a esperar até que a gravidez completasse 30 semanas, para então se submeter a uma cesárea.

Holley Tierney durante a gestação

"Eu sabia que não tinha como eu interromper minha gravidez quando eu senti eles chutarem, meus instintos maternos já estavam em jogo", disse Holley ao jornal britânico Daily Mail


Mas com 29 semanas, os médicos disseram que não seria possível aguardar mais, pois o câncer poderia se espalhar.

Os bebês nasceram saudáveis mas com pouco mais de 1 kg e precisaram ficar 11 semanas no hospital: "Vê-los pela primeira vez foi o melhor sentimento do mundo. Mas ao mesmo tempo, eu ficava pensando que eu poderia nunca ter a chance de vê-los crescer", contou a mãe.

Holley e os filhos

Holley começou a quimioterapia, em agosto, uma semana depois de dar à luz, e enfrentou todos os efeitos do tratamento como enjôo e perda de cabelo.

"Eles tinham que lutar para viver e agora eu preciso lutar pela minha vida, e é isso que eu estou fazendo", diz Holley, que ainda vai enfrentar uma sessão de quimioterapia, e começará radioterapia no próximo ano.

Os gêmeos de Holley passam bem


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