Datena pode morrer e precisará ser submetido a uma cirurgia urgente


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Quem vê José Luiz Datena na Band, cheio de energia apresentando o "Brasil Urgente", nem imagina que ele corre grande risco de morrer e que seu estado de #Saúde é bastante delicado. O próprio apresentador avisou na última quarta-feira (07) que precisa ser submetido a uma cirurgia bariátrica no intuito de que o diabetes seja controlado, do contrário, ele poderá até morrer.

Antes que os fofoqueiros de plantão comecem a dizer que Datena está preocupado com a estética, ele avisou que será obrigado a fazer a cirurgia por questão de saúde, pois precisa emagrecer urgentemente, já que tem diabetes e completou: "Se eu não fizer essa cirurgia, eu morro".


O assunto, apesar de ser sério e grave, foi abordado por Datena com certo humor. O apresentador até brincou dizendo que ele deverá ficar "magrão", bem parecido com o astro Brad Pitt. Apesar do tom de "brincadeira", o apresentador não nega que as pessoas gostam de se sentirem mais bonitas, ficarem bem com elas mesmas e que a gordura é sempre um problema na vida de todo mundo.

A luta agora é contra o tempo e o apresentador do "Brasil Urgente" precisará emagrecer pelo menos 30 quilos logo após a cirurgia bariátrica, que será o mesmo procedimento feito por Fausto Silva em 2009, quando conseguiu perder cerca de 40 quilos. O Ministério da Saúde informa que é grande o número de brasileiros diagnosticados com diabetes e só em 2015 a quantidade já chegava bem próximo a 8% da população, sendo que em 2006 o valor era e 5,5%. Hoje, em cada 10 brasileiros, pelo menos um já tem o diabetes.

O Rio de Janeiro é o município brasileiro que apresenta o maior número de brasileiros adultos com diabetes, chegando a 8,8%. Porto Alegre vem logo atrás com 8,7% e Campo Grande ocupa a terceira posição cm 7,9%. Palmas é a cidade com o menor número, registrando apenas 3,9%.

A OMS - Organização Mundial da Saúde - está preocupada com o crescente número de diabéticos, não só no Brasil, mas em todo o mundo, e revelou que em menos de 40 anos o número de pessoas que sofrem com a doença no mundo todo mais que quadruplicou e já ultrapassa os 422 milhões.


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