(BOMBA) Luiza Brunet revela que já passou fome e que já foi abusada sexualmente


 

Ex-modelo começou a trabalhar cedo, como babá, empregada doméstica, empacotadora e vendedora de loja, antes de fazer sucesso. (Foto: Reprodução)

Luiza Brunet deu mais algumas declarações sobre o seu passado e o recente divórcio. Em entrevista, a modelo contou que passou fome na infância, além de ter sido abusada sexualmente aos 14 anos e presenciado o pai agredir a mãe diversas vezes. Corajosa, ela sempre intervia para que as agressões não se consumassem ou fossem menos graves.

O conflito sempre esteve presente na relação dos pais de Luiza. A mãe se tornou “um bicho do mato” que, apenas, cuidava dos filhos e da casa. O pai, um homem frustrado, se tornou alcoólatra e passou a agredir a esposa. Em uma das várias discussões que ela e os irmãos presenciaram, o pai tentou atingir a mãe com um facão. “Vou te matar, Alzira!”, recorda.

De família humilde, a atriz teve que começar a trabalhar com apenas 12 anos. Ela atuou como babá, empregada doméstica, empacotadora e vendedora de loja antes de fazer sucesso como modelo.

Em busca de uma vida melhor, a família acabou se mudando para o Rio de Janeiro, onde Luiza tornou-se famosa no início da década de 80. “Sustentei cinco irmãos, mãe e um pai alcoólatra por amor”, desabafa.


Abuso.

Luiza já havia exposto o abuso em sua biografia “Luiza”. De acordo com o livro, um vizinho de 60 anos do prédio em que trabalhava teria invadido o apartamento onde ela estava sozinha, mesmo contra a vontade da atriz.

Ela “teve sua blusa levantada, os seios ficaram à mostra, a boca invadida pela língua do homem, e, em seguida, foi ameaçada”. “Ele me encurralou na parede da sala. Era uma figura horrorosa”, lembra.

Separação.

Luiza ainda falou sobre o processo de separação do bilionário Lírio Parisotto, acusado de agredi-la.

Ela pede na Justiça reconhecimento e dissolução de união estável contra o empresário. Os advogados dele alegam que representantes de Luiza pediram 100 milhões de reais em uma primeira abordagem. A modelo nega.


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