“BOAZINHA” OU “CARRASCA”, O QUE É MELHOR PARA SUA CARREIRA?


A resposta é: o caminho do meio. Ser “boazinha”, quando significa ser tolerante demais com as falhas de alguém da equipe ou quando significa sobrecarregar-se com o trabalho dos outros é péssimo. Por outro lado, ser uma “carrasca” insensível, que não é capaz de relevar uma pequena falha e nem consegue dar a chance para alguém superar um erro, também é muito ruim.

Mesmo hoje em dia, desde pequenas, a maioria das mulheres é treinada para ser assessora ou companheira, enquanto os homens são treinados para liderar, ser provedores e comandar. No trabalho, muitas vezes, as mulheres repetem o comportamento que lhes foi ensinado quando crianças. Elas tentam proporcionar felicidade a todos, têm mais receio de correr riscos para não desagradar superiores ou pessoas de quem gostam mais. Ao mesmo tempo, elas têm medo de ter um grau de ambição alto, porque ambição parece colocar em cheque sua feminilidade. Essas características de “boazinha” não ajudam em nada mulheres que têm pretensão de liderar equipes e subir na hierarquia da empresa.


Por outro lado, muitas vezes elas acham que para consolidar sua liderança devem copiar as piores características masculinas, tornando-se arrogantes e mandonas. Esquecem que, melhor resultado pode ser obtido com aquilo que é da essência feminina como: flexibilidade, solidariedade, capacidade de cooperação e facilidade de relacionamento. Mulheres, no geral, têm perfil analítico mais aguçado, são mais adaptáveis e abertas à inovação. Isso precisa ser usado e mostrado.

É importante para uma mulher evidenciar suas características positivas, inclusive as de empatia e capacidade de obter o melhor de cada um, pois são elas que farão diferença no mundo competitivo do trabalho. Comportar-se como carrasco, além de não trazer bom resultado, vai contra a natureza das mulheres. O cuidado deve ser tomado para não exacerbar características de sofredora ou mãe de todos…


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