Após levar um fora, homem emagrece 35 kg em poucos meses. Veja os segredos dessa nova dieta!!


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ESCRITO POR GIOVANNA MAZZEO

O chef de cozinha Rodrigo Schweitzer, vencedor da 3ª edição do reality show culinário Hell's Kitchen, emagreceu mais de 35 kg em apenas sete meses. As mudanças em seu estilo de vida foram tantas que ele até criou uma linha de comidas fit.

Perda de peso rápida

“Tudo começou com um fora que tomei de uma menina, que me trocou por um cara mais em forma e que, obviamente, se cuidava melhor do que eu”, revelou Rodrigo em sua conta no Instagram.

De acordo com o próprio chef, ele pesava mais de 110 kg, não conseguia andar por 5 minutos sem ficar ofegante, tinha constantes dores no joelho e só comia porcarias como doces e frituras.

Rodrigo acrescenta que se sentia cansado, depressivo e que seus exames de sangue estavam completamente desregulados.

Segredos da dieta

Motivado a mudar seu corpo e estilo de vida, ele iniciou uma reeducação alimentar e, já nos primeiros 45 dias, eliminou 11 kg.

Além de mudar a alimentação, cortando glúten, lactose e açúcar de seu cardápio, e começar a praticar 40 minutos de musculação diariamente, Schweitzer também passou a consultar-se com o médico ortomolecular Rainer Moreira.

Com isso, ele perdeu muita gordura, ganhou bastante massa magra, conseguiu regularizar os seus exames de sangue e elevou a autoestima. “Me sinto bonito, tenho duas vezes mais disposição do que tinha antes”, comenta.

Por sete meses, Schweitzer não comeu comidas empanadas, doces ou frituras. Ele também abriu mão de carboidratos (batata, massa, arroz, biscoitos, torradas), feijão, barrinhas de cereal, cenoura e beterraba depois das 6 horas da tarde. “Foquei na minha alimentação sem nunca ter saído da minha dieta por 7 meses, e o resultado é esse”, comemora.

Por causa do açúcar presente nas frutas, ele também evitou comê-las em grande quantidade e tomar muito suco à noite.

No jantar, ele sempre comia uma proteína magra (peixe, frango ou carne) com legumes e verduras, como brócolis, couve-flor, repolho, abobrinha, berinjela, tomate, pepino, e folhas. Cebola e alho também eram permitidos.

Como funciona a dieta ortomolecular?


Exames

De acordo com o cardiologista e médico ortomolecular Rainer Moreira, o primeiro passo do tratamento é realizar uma bateria de exames para entender quais são as necessidades do paciente e o que é necessário mudar em seu corpo.

“São feitos exames de sangue para checar vitaminas, minerais, a parte hormonal, indicadores para risco de câncer, ataque cardíaco, exame de densitometria óssea, teste de esforço, etc.”, comenta o especialista.

Com os exames em mãos, o médico ortomolecular checa o que não está adequado e o que isso acarreta para o organismo.

Investigação

Além disso, durante a consulta, o paciente também é questionado sobre o que sente e como é seu dia a dia. “Por meio destes questionamentos, é possível identificar se a pessoa tem insônia, queda de libido decorrente da obesidade, se é sedentário, se a dieta é rica em laticínio e carboidratos, se ela tem o hábito de dormir tarde, etc.”, lista o ortomolecular.

A partir desta análise, o médico prescreve suplementos livres de contraindicações, como vitaminas, minerais, aminoácidos e hormônios.

Suplementações

Para Rodrigo, Moreira indicou uma mistura de aminoácidos aplicada diretamente na veia. Ela continha, por exemplo, o BCAA, que previne perda de massa muscular e aumenta os níveis de energia, a Fenilalanina, que aumenta o metabolismo e diminui a compulsão alimentar, a Arginina, cujo efeito vaso dilatador é bom para quem tem pressão alta, e a vitamina B12, que aumenta a energia, é antifagida e antidepressivo, dentre outros.

“É um blend [mistura] feito de acordo com as necessidades da pessoa com cerca de 18 aminoácidos aplicados diretamente na veia. Podemos acrescentar também vitaminas e minerais. A vantagem é que a absorção é maior e o paciente não esquece de tomar o suplemento”, explica o médico.

Quando prescritos, os aminoácidos são aplicados uma vez por semana misturados com soro, e o tratamento continua por, no mínimo, dez semanas.

Além disso, Rodrigo também fez suplementação de testosterona. Para isso, foi colocado um implante embaixo de sua pele. “Toda suplementação age como coadjuvante. Hormônio não emagrece, mas ajuda a aumentar a massa magra, melhora o metabolismo e a pessoa queima mais gordura”, explica o ortomolecular.

Acompanhamento nutricional

De acordo com Moreira, além do tratamento ortomolecular, Rodrigo também contou com o acompanhamento de uma nutricionista que prescreveu para ele uma dieta de restrição calórica de carboidratos, com proteínas e um pouco de gordura boa.


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